quinta-feira, 28 de março de 2019

Registro civil de Manoel Jairo Bezerra, 1920

Por João Felipe da Trindade


Com a liberação dos registros civis, via familySearch,  está sendo possível recuperar algumas informações importantes para a Genealogia. Aqui, apresentamos uma imagem do registro civil de nascimento do matemático Manoel Jairo Bezerra, lá em Macau. Com o registro de nascimento de um tio do matemático é possivel ir um pouco além na sua ascendência. Há, evidentemente, alguns equívocos nesses registros, que vamos corrigindo com outros registros, com anotações laterais feitas nos próprios registros como se vê com relação ao pai de Manoel Jairo, onde acrescentaram Pinheiro Sizenando.
Observo que estudei e ensinei em um dos livros de Manoel Jairo, que abrangia matemática dos três anos do antigo Científico.
Em 2 de fevereiro de 1920, lá em Macau, na Praça da Conceição, nasceu Manoel Jairo Bezerra, filho legítimo de Antônio Bezerra Pinheiro Sizenando e de Beatriz Bezerra, neto paterno de Clementino Bezerra da Costa e de Cleodata Tavares da Costa, residentes em Mossoró, e João Manoel de Siqueira, falecido, e de Ana Pereira de Siqueira. Na lateral a observação: declarante Antônio Bezerra e não Antônio Bezerra Pinheiro Sizenando, embora na assinatura esteja este último. Na verdade o pai do matemático Manoel Jairo era Antônio Bezerra da Costa.
Em 2 de maio de 1900, em Macau, nasceu João Bezerra da Costa, filho de Clementino Bezerra da Costa e de Cleodata Tavares da Costa, residentes em Mossoró, neto paterno de Manoel Bezerra da Silva e de Maria Bezerra da Silva, falecidos, e materno de José Francisco Tavares e Paulina Maria de Jesus, falecidos, tendo sido declarante o próprio João Bezerra da Costa, que na verdade eram irmão de Antônio Bezerra da Costa, pai do matemático Manoel Jairo Bezerra.
Aqui neste blog, pode ser encontrado um artigo baseado no discurso de posse de Manoel Jairo Bezerra, quando tomou posso no Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte. 
https://putegi.blogspot.com/2015/10/manoe-jairo-bezerra-por-ele-mesmo.html